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Vacina

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As vacinas são produtos biológicos que protegem as pessoas de determinadas doenças. São constituídas por agentes patógenos (vírus ou bactérias que causam doenças) previamente atenuados ou mortos ou por fragmentos desses agentes. Sua função é estimular uma resposta imunológica do organismo, que passa a produzir anticorpos sem ter contraído a doença.
As vacinas possibilitam o desenvolvimento da chamada “memória imunológica”, que nada mais é do que a produção antecipada de anticorpos especializados que reconhecerão o invasor, caso a pessoa seja infectada por ele. Dessa forma, a resposta à infecção real será mais rápida e eficaz.
As vacinas são muito eficientes para prevenir diversas doenças, como hepatite, gripe, tuberculose e rubéola. Graças ao sucesso das campanhas de vacinação, a poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, é considerada erradicada do Brasil desde 1989. Já a criação de vacinas para doenças causadas por vírus com alta taxa de mutação, como o HIV (causador da aids), ainda é um desafio.
Fonte: https://drauziovarella.uol.com.br/infectologia/vacina/

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O pioneiro 

O pesquisador francês Louis Pasteur foi o pioneiro nas pesquisas com vacinas. Foi ele que desenvolveu a vacina antirrábica (contra a raiva, doença transmitida aos homens por animais).

Tipos de vacinas 

Atualmente, existem vacinas para diversas doenças (gripe, malária, poliomielite, febre amarela, rubéola, meningite, dengue, tétano, etc.) e até mesmo contra determinados tipos de alergias. As campanhas de vacinação, coordenadas pela OMS (Organização Mundial de Saúde) têm conseguido controlar e, em alguns casos, até mesmo erradicar doenças.

Exemplos de vacinas aplicadas no Brasil:

- Vacina da Dengue, Vacina da Gripe, Vacina do Rotavírus, Vacina Pneumocócica, Vacina contra Meningite, Vacina Tríplice Viral (Caxumba, Rubéola e Sarampo), Vacina de Catapora (varicela), Vacina contra a Poliomielite (paralisia infantil), Vacina Tríplice (DPT), contra Hepatite B, Vacina Antitetânica e Vacina contra Tuberculose.

Você sabia?

- É comemorado em 9 de junho o Dia da Imunização.

Fonte: https://www.suapesquisa.com/o_que_e/vacina.htm



16 mitos e verdades sobre as vacinas

É grande a quantidade de fatos desencontrados sobre o tema. Descubra o que é mito e o que é verdade sobre as vacinas para não cair em fake news na Internet.

vacina é segura
Nos últimos tempos, tem surgido diversas notícias falsas sobre a ação e os benefícios das vacinas (Ilustração: André Moscatelli/SAÚDE é Vital)


Elas estão no olho do furacão: com surtos de febre amarela, sarampo, gripe e outras moléstias mundo afora, nunca se debateu tanto o papel das vacinas na prevenção e no controle de diversas infecções. Se entre os especialistas não há dúvidas de que essa estratégia foi responsável direta por melhorias na saúde e no aumento da expectativa de vida, alguns boatos teimam em acusá-la das mais terríveis complicações – sem apontar nenhuma evidência séria disso.
“Temos observado de perto esse fenômeno das notícias falsas na nossa área e o impacto que isso tem sobre as decisões das pessoas”, reflete a pediatra Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).
Um levantamento encomendado pela SAÚDE à Área de Pesquisa e Inteligência de Mercado do Grupo Abril e à empresa de pesquisa digital MindMiners mostrou que cerca de 40% dos 1 500 indivíduos entrevistados por um formulário online não sabem que pessoas com doenças crônicas como asma e diabetes fazem parte de grupos de risco e precisam ficar ligados na vacinação.
Além disso, 46% não têm ciência de que é possível prevenir alguns tipos de câncer causados por micro-organismos com uma picadinha.
Chegou a hora de mergulhar nos dados e esclarecer de vez essas questões. Afinal, a informação correta é a melhor vacina que existe para combater os boatos e as fake news. Confira abaixo 16 mitos e verdades sobre as vacinas:
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Vacinas são úteis, mas, às vezes, causam mais doenças do que previnem

MITO. Todos esses produtos passam por testes rigorosíssimos antes de chegarem até nós.

Pessoas que vivem em harmonia com a natureza e têm pensamento positivo não precisam tomar vacinas

MITO. O contato com a natureza é ótimo. Mas lembre-se de que os micro-organismos causadores de doenças vivem por lá também.

Vacinas comumente causam efeitos colaterais perigosos

MITO. Algumas até provocam eventos adversos com certa frequência, mas são leves ou moderados. As reações mais graves são raríssimas e, às veze, estão ligadas a contraindicações. Fale com o médico sobre o assunto.

Algumas vacinas ajudam a prevenir câncer

VERDADE. Aquelas que bloqueiam as hepatites e o HPV evitam tumores no fígado e no colo do útero, respectivamente.

Quem é saudável não precisa se vacinar

MITO. O imunizante serve justamente para que as pessoas continuem saudáveis e livres de infecções da pesada.

Existem vacinas que precisam ser tomadas antes de viagens

VERDADE. Você pode se informar sobre o assunto no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa.

Existem vacinas que precisam ser renovadas de tempos em tempos

VERDADE. É o caso, por exemplo, da que protege contra tétano e difteria, que exige um reforço a cada dez anos.

Hoje confio menos nas vacinas do que confiava no passado

MITO. Não há motivo para isso. Essa área de pesquisa avançou nos últimos tempos e a qualidade das formulações só melhorou.

Pessoas com doenças crônicas (diabetes, hipertensão…) não podem se vacinar

MITO. Pelo contrário! Esses cidadãos fazem parte do grupo de risco e carecem ter mais atenção ainda com as doses.

Não há evidência de que as vacinas sejam seguras e eficazes

MITO. Para serem aprovadas, elas são estudadas em milhares de voluntários e são exigidos resultados satisfatórios.

É perigoso tomar várias vacinas de uma vez

MITO. Com raras exceções, não há risco nenhum em adotar essa estratégia. O sistema imune não fica sobrecarregado.

Vacinas são um instrumento de controle da indústria farmacêutica

MITO. Pura balela. Os grandes programas de imunização foram responsáveis diretos pelos ganhos globais de saúde.

Todas as vacinas estão na rede pública

MITO. Algumas só estão disponíveis em serviços privados, como a do herpes-zóster e a da dengue.

Tomar uma dose de uma vacina que prevê mais doses já garante proteção

MITO. É essencial seguir direitinho o esquema das aplicações para ficar livre da ameaça de vírus ou bactérias.

Vacina pode causar autismo em crianças

MITO. Inúmeros estudos de altíssima qualidade já comprovaram que essa história é uma mentira deslavada.

Se existem outras formas de prevenir uma doença, prefiro segui-las em vez de me imunizar

MITO. Um estilo de vida saudável e hábitos básicos de higiene são vitais. Mas não substituem a vacinação.
Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/16-mitos-e-verdades-sobre-as-vacinas/


O Ministério da Saúde disponibiliza uma cartilha explicativa. 
Você pode baixar Aqui



Sistema Imunológico


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sistema imunológico humano do nosso corpo, é constituído por células especiais, proteínas, tecidos e órgãos e defendem-nos contra os germes e microrganismos todos os dias. Na maioria dos casos, o sistema imunitário faz um ótimo trabalho a manter as pessoas saudáveis e na prevenção de infecções. Mas, às vezes os problemas com o sistema imunológico pode levar a doenças e infecções.

Sistema Imunitário humano

O sistema imunológico (também conhecido como sistema imunitário) é a defesa do organismo contra organismos infecciosos e outros invasores. Através de uma série de passos, o sistema imunitário ataca organismos e substâncias que invadem o corpo e causam a doença.
O sistema imunológico é composto de uma rede de células, tecidos e órgãos que trabalham juntos para proteger o corpo. As células envolvidas são os glóbulos brancos ou leucócitos, que vêm em dois tipos básicos que se combinam para procurar e destruir organismos causadores de doenças ou substâncias.
Os leucócitos são produzidos ou armazenados em vários locais do corpo, incluindo o timo, baço e medula óssea. Por esta razão, eles são chamados de órgãos linfoides. Há também grupos de tecido linfoide pelo corpo, principalmente em gânglios linfáticos, que abrigam os leucócitos.
Os leucócitos circulam através do corpo entre os órgãos e gânglios via vasos linfáticos e vasos sanguíneos. Desta forma, o sistema imunitário funciona de forma coordenada para acompanhar o corpo para germes ou substâncias que possam causar problemas.

Os dois tipos básicos de leucócitos são os seguintes:

  • fagócitos, células que protegem dos organismos invasores através da digestão
  • linfócitos, células que permitem o corpo lembrar e reconhecer os invasores anteriores e ajudam a destruir.

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Um número de células diferentes são considerados os fagócitos. O tipo mais comum é a de neutrófilos, que luta principalmente com bactérias. Se os médicos estão preocupados com uma infecção bacteriana, eles podem requisitar um exame de sangue para ver se o paciente tem um aumento do número de neutrófilos, causada pela infecção. Outros tipos de fagócitos têm seus próprios postos de trabalho para se certificar de que o corpo responda de forma adequada para um determinado tipo de invasor.

Os dois tipos de linfócitos são os linfócitos B e linfócitos T. Linfócitos começam na medula óssea e ficam lá e amadurecem como células B, ou partem para o timo, onde amadurecem em células T.
OS linfócitos B e linfócitos T têm funções distintas: os linfócitos B são como corpo militar do sistema de inteligência, buscando as suas metas e defesas para bloquear o envio para eles. As células T são como os soldados, destroem os invasores que o sistema de inteligência identificou.

Como funciona o sistema imunológico humano

Quando os antígenos (substâncias estranhas que invadem o corpo) são detectados, vários tipos de células trabalham em conjunto para reconhecê-los e responder. Estas células accionam os linfócitos B a produzir anticorpos, proteínas especializadas que travam os antígenos.
Uma vez produzidos, estes anticorpos continuam a existir no corpo de uma pessoa, de modo que se o mesmo é apresentado para o sistema imunológico mais uma vez, os anticorpos já estão lá para fazer o seu trabalho. Assim, se alguém fica doente com uma determinada doença, a pessoa geralmente não fica doente de novo.
Esta é também a forma como as imunizações previnem certas doenças. Uma imunização introduz no corpo um antígeno numa maneira que não faz mal a ninguém, mas não permite que o organismo produza anticorpos que irá proteger a pessoa de futuros ataques com a bactéria ou substância que produz a doença em questão.
Embora os anticorpos possam reconhecer um antígeno e bloqueá-lo, eles não são capazes de destruí-lo sem ajuda. Essa é a função das células T, que são parte do sistema que destrói os antígenos que foram marcados por anticorpos ou células que foram infectadas ou de alguma forma alteradas. (Algumas células T são realmente chamadas células “assassinas”).
Os anticorpos também podem neutralizar as toxinas (substâncias tóxicas ou nocivas), produzida por diferentes organismos. Por último, os anticorpos podem ativar um grupo de proteínas chamado complemento que também fazem parte do sistema imunológico. O complemento ajuda a matar as bactérias, vírus ou as células infectadas.
Todas essas células especializadas fazem parte do sistema imunológico do corpo de proteção contra a doença. Esta proteção é chamado de imunidade.



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Imunidade

Os seres humanos têm três tipos de imunidade:
  • imunidade inata,
  • imunidade adaptável
  • imunidade passiva

Imunidade Inata

Todo a gente nasce com imunidade inata (ou natural), um tipo de proteção geral. Muitos dos germes que afetam outras espécies não nos prejudicam. Por exemplo, o vírus que causa leucemia em gatos ou em cães com cinomose não afeta os seres humanos. A imunidade inata funciona nos dois sentidos, porque alguns vírus que fazem o homem doente, como o vírus que provoca o HIV / SIDA, não afetam os gatos ou cães.
A imunidade inata inclui também as barreiras externas do corpo, como a pele e membranas mucosas (como aquelas que da linha do nariz, da garganta, e trato gastrointestinal), que são a primeira linha de defesa na prevenção de doenças de entrar no corpo.
Se esta parede externa defensiva é quebrada (como através de um corte), a pele tenta curar a ruptura de forma rápida e as células especiais do sistema imunológico atacam a pele invadindo os germes.

Imunidade adaptativa

O segundo tipo de proteção é a imunidade adaptativa (ou ativa), que se desenvolve ao longo de nossa vida. A imunidade adaptativa envolve os linfócitos e desenvolve-se como as pessoas estão expostas a doenças ou imunizadas contra doenças através da vacinação.

Imunidade passiva

A imunidade passiva é “emprestada” de outra fonte e prolonga-se por um curto período de tempo. Por exemplo, os anticorpos no leite de uma mãe fornecem a um bebé com imunidade temporária a doenças que a mãe tenha sido exposta. Isso pode ajudar a proteger o bebé contra uma infecção durante os primeiros anos da infância.
Cada sistema imunológico de cada pessoa é diferente. Algumas pessoas parecem nunca ter infecções, enquanto outras parecem estar doente o tempo todo. Como as pessoas envelhecem, elas geralmente tornam-se imunes a mais germes do que o sistema imunológico entra em contacto com eles. É por isso que os adultos e os adolescentes tendem a ficar menos vezes doentes, os seus corpos já aprenderam a reconhecer e atacar imediatamente muitos dos vírus.


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Problemas do sistema imunitário

Os Distúrbios do sistema imunológico dividem-se:

  1. imunodeficiências (primária ou adquirida)
  2. doenças auto-imunes (em que o corpo do próprio sistema imunitário ataca o próprio tecido como corpos estranhos)
  3. doenças alérgicas
  4. cancros do sistema imunológico

Problemas de Imunodeficiência

As imunodeficiências ocorrem quando uma parte do sistema imunológico não está presente ou não está funcionando corretamente. Às vezes uma pessoa nasce com uma imunodeficiência (conhecidas como imunodeficiências primárias), embora os sintomas da doença pode não aparecer até mais tarde na vida. As imunodeficiências também podem ser adquiridas através de infecção ou produzidos pelo uso de drogas (estes são chamados imunodeficiências secundárias).
As imunodeficiências podem afetar os linfócitos B, linfócitos T, ou fagócitos.

Exemplos de imunodeficiências primárias que podem afetar crianças e adolescentes são:

  • deficiência de IgA é a imunodeficiência mais comum. A IgA é uma imunoglobulina que é encontrada principalmente na saliva e outros fluidos corporais que ajudam a proteger as entradas para o corpo. A deficiência de IgA é uma doença na qual o organismo não produz o suficiente de anticorpo IgA. As Pessoas com deficiência de IgA tendem a ter alergias ou obter mais resfriados e outras infecções respiratórias, mas a condição geralmente não é grave.
  • A imunodeficiência combinada severa (SCID) é também conhecida como doença do menino bolha. SCID é uma doença do sistema imunológico grave que ocorre devido à falta de ambos os linfócitos B e T, o que torna quase impossível lutar contra as infecções.
  • Síndrome de DiGeorge (displasia tímica), é um defeito congênito em que as crianças nascem sem uma glândula timo, é um exemplo de linfócitos T, doença primária.
  • Síndrome de Chediak-Higashi e doença granulomatosa crônica ambos envolvem a incapacidade dos neutrófilos a funcionar normalmente como os fagócitos.
As imunodeficiências adquiridas (ou secundárias) geralmente desenvolvem-se depois de alguém ter uma doença, embora possa também ser o resultado de desnutrição, queimaduras ou outros problemas médicos. Alguns medicamentos também podem causar problemas com o funcionamento do sistema imunológico.
Imunodeficiências adquiridas ( ou secundária) incluem:
  • HIV (vírus da imunodeficiência humana) / AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida) é uma doença que destrói lenta e progressivamente o sistema imunológico. É causada pelo HIV, um vírus que apaga certos tipos de linfócitos chamados células T helper. Sem as células T, o sistema imune é incapaz de defender o organismo contra organismos normalmente inofensivos, que podem causar infecções com risco de vida em pessoas que têm Aids. OS recém-nascidos podem adquirir a infecção pelo HIV das suas mães, enquanto no útero, durante o processo de nascimento, ou durante a amamentação. As pessoas podem adquirir a infecção pelo HIV por ter relações sexuais desprotegidas com uma pessoa infectada, ou de partilha de agulhas para drogas, esteroides, ou tatuagens.
  • Imunodeficiências causadas por medicamentos. Alguns medicamentos suprimem o sistema imunitário. Uma das desvantagens do tratamento de quimioterapia para o câncer, por exemplo, é que ele não só ataca as células cancerosas, mas outras de rápido crescimento, as células saudáveis, incluindo as encontradas na medula óssea e em outras partes do sistema imunitário. Além disso, as pessoas com doenças auto-imunes ou que tiveram transplantes de órgãos podem precisar de tomar medicamentos imunossupressores, que também pode reduzir a capacidade do sistema imunológico a combater infecções e podem causar imunodeficiência secundária.

Doenças auto-imunes

Em doenças auto-imunes, o sistema imunológico ataca por engano órgãos saudáveis do corpo e tecidos como se fossem invasores estrangeiros.

Doenças auto-imunes:

  • Lupus, uma doença crônica, marcada por dores musculares e nas articulações e inflamação (a resposta imune anormal também pode envolver os ataques sobre os rins e outros órgãos)
  • Artrite reumatóide juvenil, uma doença na qual o sistema imunológico do corpo age como se certas partes do corpo (como as articulações dos joelhos, mãos e pés) são tecidos estranhos e os ataca
  • Esclerodermia uma doença crônica auto-imune que pode levar à inflamação e danos da pele, articulações e órgãos internos,
  • A espondilite anquilosante, uma doença que envolve a inflamação da coluna vertebral e articulações, causando dor e rigidez
  • A dermatomiosite juvenil, uma doença marcada por inflamação e danos da pele e dos músculos

Doenças Alérgicas

As doenças alérgicas ocorrem quando o sistema imunológico reage demais à exposição a antígenos do meio ambiente. As substâncias que provocam tais ataques são chamados alérgenos. A resposta imune pode causar sintomas como inchaço, lacrimejamento, e espirros, e até mesmo uma reação fatal chamado anafilaxia. Os medicamentos anti-histamínicos podem aliviar a maioria dos sintomas.

Doenças alérgicas:

  • Asma, uma doença respiratória que pode causar problemas respiratórios, frequentemente envolve uma resposta alérgica através dos pulmões. Se os pulmões são muito sensíveis a determinados alérgenos (como o pólen, mofo, pêlos de animais, ou ácaros do pó), pode provocar tubos de respiração nos pulmões se estreitam, levando à redução do fluxo aéreo e tornando-se difícil para uma pessoa de respirar.
  • Eczema é uma erupção pruriginosa também conhecido como dermatite atópica. Embora a dermatite atópica não seja necessariamente causada por uma reação alérgica, mais frequentemente ocorre em crianças e adolescentes que sofrem de alergias, febre do feno ou asma ou que têm uma história familiar de tais condições.
  • Alergias de vários tipos podem ocorrer em crianças e adolescentes. As alergias Ambientais (os ácaros da poeira, por exemplo), alergias sazonais (como febre do feno), alergias a medicamentos (reações a medicamentos específicos ou drogas), alergia alimentar (como a nozes) e alergias a toxinas (picadas de abelha, por exemplo ) são as condições comuns que as pessoas geralmente se referem como alergias.

Cancros do Sistema Imunológico

O cancro ocorre quando as células crescem fora de controlo. Isso também pode acontecer com as células do sistema imunológico. A Linfoma envolve o tecido linfóide e é um dos cancros infantis mais comuns. A leucemia, que envolve o crescimento anormal de leucócitos, é o cancro mais comum na infância. Com os medicamentos iguais na maioria dos casos, de ambos os tipos de cancro em crianças e adolescentes são curáveis.
Embora os distúrbios do sistema imunológico em geral não possam ser evitados, pode ajudar o sistema imunológico do seu filho ficar mais forte e combater doenças, ficando informado sobre a situação do seu filho e trabalhar em estreita colaboração com o seu médico.


Fonte: https://biomania.com.br/artigo/o-sistema-imunologico


Sistema Linfático

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sistema linfático é o principal sistema de defesa do organismo. Ele é constituído pelos nódulos linfáticos (linfonodos), ou seja, uma rede complexa de vasos, responsável por transportar a linfa dos tecidos para o sistema circulatório.
Além disso, o sistema linfático possui outras funções como a proteção de células imunes (atua junto ao sistema imunológico), absorção dos ácidos graxos e equilíbrio dos fluidos (líquidos) nos tecidos.
Sistema Linfático

Componentes do Sistema Linfático

  • Linfonodos (gânglios linfáticos): Chamados de nódulos linfáticos, os linfonodos são pequenos órgãos (com até 2 cm) presentes no pescoço, no tórax, no abdômen, na axila e na virilha. Formados por tecido linfoide e distribuídos pelo corpo, os linfonodos são responsáveis por filtrarem a linfa antes dela retornar ao sangue, além de atuarem na defesa do organismo, impedindo a permanência de partículas estranhas no corpo.
  • Linfa: a linfa é um líquido transparente e alcalino semelhante ao sangue, que circula pelos vasos linfáticos, todavia não possui hemácias e, por isso, apresenta um aspecto esbranquiçado e leitoso. Responsável pela eliminação das impurezas, a linfa é produzida pelo intestino delgado e fígado, sendo transportada pelos vasos linfáticos num único sentido (unidirecional), filtrada pelos linfonodos e lançada no sangue.
  • Vasos Linfáticos: Os vasos linfáticos são canais, distribuídos pelo organismo, os quais possuem válvulas que transportam a linfa na corrente sanguínea num único sentido, impedindo assim o refluxo. Atuam no sistema de defesa do organismo visto que retiram células mortas do organismo e transportam os linfócitos (glóbulos brancos) que combatem as infecções no organismo.
  • Baço: Maior dos órgão linfáticos, o baço é um órgão de ovalado, localizado abaixo do diafragma e atrás do estômago. Ele é responsável pela defesa do organismo, na medida em que suas funções são: produção de anticorpos (linfócitos T e B) e hemácias (hematopoiese), armazenamento de sangue e liberação de hormônios.
  • Timo: órgão localizado na cavidade torácica, próximo do coração. Além de produzir as substâncias como a timosina e a timina, o timo produz anticorpos (linfócito T), atuando, dessa maneira, na defesa do organismo. Curioso notar que o timo é um órgão que ao longo da vida diminui de tamanho.
  • Tonsilas Palatinas: Popularmente, esses dois órgãos localizados na garganta, são conhecidos como amídalas ou amígdalas palatinas responsáveis pela seleção dos microrganismos que penetram no corpo, principalmente pela boca. Nesse caso, auxiliam no processo de defesa do organismo visto que produzem linfócitos.

Algumas Doenças do Sistema Linfático

  • Elefantíase: A filaríase ou filariose é conhecida como “doença tropical infecciosa” e corresponde à inflamação dos vasos linfáticos transmitida por inseto (mosquito culex). Seu nome está associado com a retenção de líquido ou o inchaço dos membros, fazendo com que as pernas dos doentes tenham aspecto de elefante.
  • Linfedema: caracterizada pela inflamação e obstrução dos vasos linfáticos, a linfedema leva ao inchaço excessivo dos membros.

Curiosidades

  • Outras doenças associadas ao sistema linfático são a celulite (acúmulo de gordura), amenizada com o tratamento da drenagem linfática; a íngua (inchaço dos gânglios linfáticos) e alguns tipos de câncer (linfoma), por exemplo o câncer de mama.
  • No corpo humano, a linfa é mais abundante do que o sangue.

Fonte: https://www.todamateria.com.br/sistema-linfatico/


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