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Ciclo do Nitrogênio

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nitrogênio é um elemento químico essencial para a existência de vida na Terra, já que é componente de todos os aminoácidos do nosso corpo, além das bases nitrogenadas (que constituem as moléculas de DNA e RNA). Aproximadamente 78% do ar que respiramos é composto pelo nitrogênio da atmosfera (N2), que é seu maior reservatório. Um dos motivos para isso é o N2 ser a forma inerte do nitrogênio, ou seja, ele é um gás que, em situações comuns, não é reativo. Assim, ele vem se acumulando na atmosfera desde a formação do planeta. Apesar disso, poucos seres vivos têm capacidade de absorvê-lo em sua forma molecular (N2). Acontece que o nitrogênio, assim como o ferro e o enxofre, participa de um ciclo natural ao longo do qual sua estrutura química sofre transformações em cada uma das etapas, servindo como base para outras reações e assim se tornando disponível para outros organismos - esta a grande importância do ciclo do nitrogênio (ou "ciclo do azoto").
Para que o N2 atmosférico atinja o solo, entrando no ecossistema, ele deve passar por um processo chamado fixação, que é realizado por pequenos grupos de bactérias nitrificantes, que retiram o nitrogênio na forma de N2 e o incorporam em suas moléculas orgânicas. Quando a fixação é realizada por organismos vivos, como as bactérias, ela é chamada de fixação biológica, ou biofixação. Atualmente, também pode-se fazer uso de fertilizantes comerciais para a fixação de nitrogênio, caracterizando a fixação industrial, método muito utilizado na agricultura. Além destas, há também a fixação física, que é realizada por raios e faíscas elétricas, através dos quais o nitrogênio é oxidado e carregado para o solo através das chuvas, mas tal método possui uma capacidade reduzida de fixação de nitrogênio, que não é suficiente para os organismos e a vida na Terra se manterem.
As bactérias, ao fixarem o N2, liberam amônia (NH3). A amônia, quando em contato com as moléculas de água do solo, formam o hidróxido de amônio que, ao ionizar-se, produz o amônio (NH4), em um processo que é parte do ciclo do nitrogênio e é denominado amonificação. Na natureza, há um equilíbrio entre amônia e amônio, que é regulado pelo pH. Em ambientes onde o pH é mais ácido, predomina a formação de NH4, e em ambientes mais básicos, o processo mais comum é o da formação de NH3. Este amônio tende a ser absorvido e utilizado principalmente pelas plantas que possuem bactérias associadas às suas raízes (bacteriorizas). Quando produzido por bactérias de vida livre, este amônio tende a ficar disponível no solo para ser utilizado por outras bactérias (as nitrobactérias).
As nitrobactérias são quimiossintetizantes, ou seja, são seres autotróficos (que produzem seu próprio alimento), que retiram a energia necessária para sua sobrevivência a partir de reações químicas. Para obter essa energia, elas tendem a oxidar o amônio, transformando-o em nitrito (NO2-), e posteriormente em nitrato (NO3-). Este processo do ciclo do nitrogênio é denominado nitrificação.
O nitrato permanece livre no solo, e não possui tendência de se acumular em ambientes naturalmente intactos, fazendo com que ele possa percorrer três caminhos diferentes: ser absorvido pelas plantas, ser desnitrificado, ou atingir corpos d'água. Tanto a desnitrificação quanto o fluxo de nitrato para os corpos d'água apresentam consequências negativas para o meio ambiente.
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Impactos no meio ambiente

A desnitrificação (ou desnitrificação) é um processo realizado por bactérias denominadas desnitrificantes, que transformam o nitrato em N2 novamente, realizando a devolução do nitrogênio à atmosfera. Além do N2, outros gases que podem ser produzidos são o óxido nítrico (NO), que se combina com o oxigênio atmosférico, favorecendo a formação da chuva ácida, e o óxido nitroso (N2O), que é um importante gás causador do efeito estufa, que agrava o aquecimento global.
O terceiro caminho, que é aquele em que o nitrato atinge os corpos d’água, causa um problema ambiental chamado eutrofização. Esse processo é caracterizado pelo aumento da concentração de nutrientes (sendo eles compostos nitrogenados e fósforo, principalmente) nas águas de um lago ou represa. Esse excesso de nutrientes favorece a multiplicação acelerada de algas, que termina por dificultar a passagem da luz, desequilibrando o meio aquático. Outra forma de proporcionar esse excesso de nutrientes em um meio aquático é liberando nele esgoto sem tratamento adequado.
Outra questão a ser considerada é o fato de que o nitrogênio pode também ser prejudicial às plantas quando presente em quantidades que vão além de suas capacidades de assimilação. Assim, um excesso de nitrogênio fixado no solo pode limitar o crescimento da planta, prejudicando culturas. Dessa forma, a relação carbono/nitrogênio também deve ser considerada em processos de compostagem, para que sempre se mantenham ativos os metabolismos das colônias de micro-organismos envolvidos no processo de decomposição.



Absorção de nitrogênio pelo homem

Os seres humanos e outros animais têm acesso ao nitrato a partir da ingestão de plantas que absorveram essa substância ou, de acordo com a cadeia alimentar, a partir da ingestão de outros animais que se alimentaram destas plantas. Esse nitrato retorna ao ciclo a partir da morte de algum organismo (matéria orgânica) ou pela excreção (de ureia ou ácido úrico, na maioria dos animais terrestres e de amônia, nas excretas dos peixes) que apresenta compostos nitrogenados. Assim, bactérias decompositoras agirão sobre a matéria orgânica liberando amônia. A amônia também pode ser transformada em nitritos e nitratos pelas mesmas nitrobactérias que transformam o amônio, integrando-se ao ciclo.

Uma alternativa aos fertilizantes

Como vimos, a fixação de nitrogênio no solo pode produzir efeitos positivos, mas o processo ocorre em excesso, pode gerar consequências negativas para o meio ambiente. A interferência do homem no ciclo do nitrogênio se dá pela fixação industrial (por meio do uso de fertilizantes), que aumenta a concentração de nitrogênio a ser fixada, ocasionando problemas como os citados anteriormente.
Uma alternativa para o uso dos fertilizantes seria a rotação de culturas, alternando culturas de plantas fixadoras e não fixadoras de nitrogênio. Plantas fixadoras de nitrogênio são aquelas que possuem bactérias e outros organismos fixadores associados a suas raízes, como ocorre em plantas leguminosas (como o feijão e a soja). A rotação favoreceria a fixação de nitrogênio em quantidades mais seguras que a utilização dos fertilizantes, fornecendo nutrientes compatíveis com a capacidade de assimilação das plantas, favorecendo seu desenvolvimento e reduzindo as taxas de nutrientes que atingem os corpos d'água. Um processo semelhante denominado "adubação verde" também pode ser aplicado em substituição aos fertilizantes.
Este processo consiste em cultivar plantas fixadoras de nitrogênio e roçá-las antes que produzam sementes, deixando-as no local como cobertura morta, para que então sejam feitas culturas posteriores de outras espécies. Logo abaixo podemos conferir uma imagem que nos traz um resumo do que foi visto ao longo da matéria:

ANAMMOX

A sigla em inglês (que significa oxidação anaeróbia de amônia) nomeia um processo biológico inovador de remoção de amônia de águas e gases.
Consiste em um atalho, visto que a amônia não precisaria ser nitrificada em nitrito e nitrato para que fosse denitrificada de volta para a forma de N2. Com o processo ANAMMOX, a amônia seria diretamente reconvertida em gás nitrogênio (N2). A primeira estação de grande escala foi instalada em 2002 na Holanda, e em 2012, já existiam 11 instalações em funcionamento.
Eficiente e sustentável, o processo ANAMMOX pode ser utilizado para remover amônia em efluentes em concentrações maiores até que 100 mg/l. Dentro dos reatores, bactérias nitrificantes e ANAMMOX coexistem, onde as primeiras transformam cerca de metade da amônia em nitretos (compostos químicos que possuem nitrogênio em sua composição), e as bactérias ANAMMOX agem transformando os nitretos e a amônia em gás nitrogênio.
A oxidação anaeróbica de amônia tem se demonstrado promissora, e já pode ser encontrada em processos industriais como tratamento de águas residuárias, de resíduos sólidos orgânicos, em indústrias alimentícias, de fertilizantes, dentre outras.
Fonte: https://www.ecycle.com.br/3056-ciclo-do-nitrogenio.html

Fotossíntese

A fotossíntese é um processo fotoquímico que consiste na produção de energia através da luz solar e fixação de carbono proveniente da atmosfera.
Ela pode ser resumida como o processo de transformação da energia luminosa em energia química. O termo fotossíntese tem como significado síntese pela luz.
As plantas, algas, cianobactérias e algumas bactérias realizam fotossíntese e são denominados seres clorofilados, isso porque apresentam um pigmento essencial para o processo, a clorofila.
A fotossíntese é o processo básico de transformação de energia na biosfera. Ela sustenta a base da cadeia alimentar, em que a alimentação de substâncias orgânicas proporcionadas pelas plantas verdes produzirá o alimento para os seres heterótrofos.
Assim, a fotossíntese tem sua importância baseada em três principais fatores:
  • Promove a captura do CO2 atmosférico;
  • Realiza a renovação do O2 atmosférico;
  • Conduz o fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.

Processo de fotossíntese




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Representação do processo de fotossíntese

A fotossíntese é um processo que ocorre no interior da célula vegetal, a partir do CO2(dióxido de carbono) e H2O (água), como forma de produzir glicose.
Em resumo, podemos esclarecer o processo de fotossíntese da seguinte forma:
A H2O e o COsão as substâncias necessárias para realização da fotossíntese. As moléculas de clorofila absorvem a luz solar e quebram a H2O, liberando O2 e hidrogênio. O hidrogênio une-se ao CO2 e forma a glicose.
Esse processo resulta na equação geral da fotossíntese, a qual representa uma reação de oxidação-redução. A H2O doa elétrons, como o hidrogênio, para a reduzir o CO2 até formar os carboidratos na forma de glicose (C6H12O6):
começar estilo tamanho matemático 20px 12 espaço reto H com 2 subscrito reto O espaço mais espaço 6 espaço CO com 2 subscrito espaço seta para a direita com Luz sobrescrito espaço espaço 6 espaço reto O com 2 subscrito espaço mais espaço reto C com 6 subscrito reto H com 12 subscrito reto O com 6 subscrito espaço mais 6 espaço reto H com 2 subscrito reto O fim do estilo



Fotossíntese
A clorofila é pigmento responsável pela coloração verde dos vegetais

A fotossíntese ocorre nos cloroplastos, uma organela presente apenas nas células vegetais, e onde é encontrado o pigmento clorofila, responsável pela cor verde dos vegetais.
Os pigmentos podem ser definidos como qualquer tipo de substância capaz de absorver luz. A clorofila é o pigmento mais importante dos vegetais para a absorção da energia dos fótons durante a fotossíntese. Outros pigmentos também participam do processo, como os carotenoides e as ficobilinas.
A luz solar absorvida apresenta duas funções básicas no processo de fotossíntese:
  • Impulsionar a transferência de elétrons através de compostos que doam e aceitam elétrons.
  • Gerar um gradiente de prótons necessário para síntese da ATP (Adenosina Trifosfato - energia).
Porém, o processo fotossintético é mais detalhado e ocorre em duas etapas, como veremos a seguir.
Etapas

A fotossíntese é dividida em duas etapas: a fase clara e a fase escura.


Fase clara
A fase clara, fotoquímica ou luminosa, como o próprio nome define, são reações que ocorrem apenas na presença de luz e acontecem nas lamelas dos tilacoides do cloroplasto.
A absorção de luz solar e a transferência de elétrons ocorre através dos fotossistemas, que são conjuntos de proteínas, pigmentos e transportadores de elétrons, os quais formam uma estrutura nas membranas dos tilacoides do cloroplasto.
Existem dois tipos de fotossistemas, cada um com cerca de 300 moléculas de clorofila:
  • Fotossistema I: Contém um centro de reação P700 e absorve preferencialmente a luz de comprimento de onda de 700 nm.
  • Fotossistema II: Contém um centro de reação P680 e absorve a luz preferencialmente de comprimento de onda em 680 nm.
Os dois fotossistemas estão ligados por uma cadeia transportadora de elétrons e atuam de forma independente, mas complementar.
Dois processos importantes acontecem nessa fase: a fotofosforilação e a fotólise da água.



Fotossistemas
Os fotossistemas são responsáveis pela absorção de luz e transporte de elétrons para a produção de energia

Fotofosforilação

A fotofosforilação é basicamente a adição de um P (fósforo) ao ADP (Adenosina difosfato), resultando na formação de ATP.
No momento em que um fóton de luz é capturado pelas moléculas antenas dos fotossistemas, a sua energia é transferida para os centros de reação, onde é encontrada a clorofila. Quando o fóton atinge a clorofila, ela torna-se energizada e libera elétrons que passaram por diferentes aceptores e formaram, juntamente com H2O, o ATP e NADPH.
A fotofosforilação pode ser de dois tipos:
  • Fotofosforilação acíclica: Os elétrons que foram liberam pela clorofila não retornam para ela e sim para a do outro fotossistema. Produz ATP e NADPH.
  • Fotofosforilação cíclica: Os elétrons retornam para a mesma clorofila que os liberou. Forma apenas ATP.

Fotólise da água

A fotólise da água consiste na quebra da molécula de água pela energia da luz do Sol. Os elétrons liberados no processo são usados para substituir os elétrons perdidos pela clorofila no fotossistema II e para produzir o oxigênio que respiramos.
A equação geral da fotólise ou reação de Hill é descrita da seguinte forma:
começar estilo tamanho matemático 20px 2 espaço reto H com 2 subscrito reto O espaço espaço espaço seta para a direita com Luz sobrescrito espaço espaço reto O com 2 subscrito espaço mais espaço 4 à potência de mais espaço mais espaço 4 reto e à potência de menos fim do estilo
Assim, a molécula de água é a doadora final de elétrons. O ATP e NADPH formados serão aproveitados para a síntese de carboidratos, a partir de CO2. Porém, isso acontecerá na etapa seguinte, a fase escura.

Fase escura

A fase escura, ciclo das pentoses ou ciclo de Calvin pode ocorrer na ausência e presença de luz e acontece no estroma do cloroplasto. Durante essa fase, a glicose será formada a partir de CO2. Assim, enquanto a fase luminosa fornece energia, na fase escura acontece a fixação do carbono.
No início do ciclo de Calvin, seis moléculas de gás carbônico (CO2) se ligam a seis diferentes moléculas de um composto de cinco carbonos chamado de ribulose difosfato ou ribulose bifosfato (RuBP), que irá funcionar como uma espécie de “suporte” para o transporte do carbono proveniente do gás carbônico no estroma do cloroplasto.
Essa ligação é proporcionada por uma enzima chamada de RuBisCo (ribulose bifosfato carboxilase). A partir dessa ligação, desencadeia-se um ciclo de várias reações químicas em que diversos compostos intermediários de carbono são formados.
A energia necessária para a realização dessas ligações químicas que formam estas cadeias carbônicas intermediárias vem da fase clara da fotossíntese (um total de 12 ATPs que fornecerão energia e 12 NADPHque irão fornecer os elétrons). Da união de um carbono com cada molécula de RuBP, irá ser formado um composto de seis carbonos.
Estas moléculas de seis carbonos logo são quebradas, formando compostos com apenas três carbonos e um grupamento fosfato (PGA). Os PGAs serão fosforilados e reduzidos através da utilização de 12 moléculas de ATP, formando compostos de 3 carbonos e dois grupamentos fosfato – o PGAL.
Dez dessas moléculas de PGAL serão “desfosforiladas” (perderão seus grupamentos fosfatos), reconstituindo as RuBP para o ciclo e formando 6 ATPs. As duas moléculas PGAL restantes serão utilizadas para a produção de uma molécula de glicose.
Veja o Esquema demonstrando as transformações do carbono ao longo do ciclo de Calvin (fase escura da fotossíntese).
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A glicose formada poderá ser oxidada e utilizada como fonte de energia na respiração celular, pode acumular-se na forma de amido ou ainda transformada em celulose que será incorporada à paredes celulares.

Confira um resumo de como ocorre o ciclo de Calvin:
1. Fixação do Carbono
  • A cada volta do ciclo, uma molécula de CO2 é adicionada. Porém, são necessárias seis voltas completas para produzir duas moléculas de gliceraldeído 3-fosfato e uma molécula de glicose.
  • Seis moléculas de ribulose difosfato (RuDP), com cinco carbonos, unem-se a seis moléculas de CO2, produzindo 12 moléculas de ácido fosfoglicérico (PGA), com três carbonos.
2. Produção de compostos orgânicos
  • As 12 moléculas de ácido fosfoglicérico (PGAL) são reduzidas a 12 moléculas de aldeído fosfoglicérico.
3. Regeneração da ribulose difosfato
  • Das 12 moléculas de aldeído fosfoglicérico, 10 combinam-se entre si e formam 6 moléculas de RuDP.
  • As duas moléculas de aldeído fosfoglicérico que sobraram servem para dar início a síntese de amido e outros componentes celulares.
A glicose produzida ao final da fotossíntese é quebrada e a energia liberada permite a realização do metabolismo celular. O processo de quebra da glicose é a respiração celular.
Quimiossíntese
Ao contrário da fotossíntese que necessita de luz para ocorrer, a quimiossíntese acontece na ausência de luz. Ela consiste na produção de matéria orgânica a partir de substâncias minerais.
É um processo realizado apenas por bactérias autotróficas para obtenção de energia.

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Exercícios

Agora que você já sabe tudo sobre a fase escura da fotossíntese, que tal testar os seus conhecimentos?
01 – (PUC SP/2013)   Nos ecossistemas, o carbono é incorporado por organismos fotossintetizantes para a síntese de compostos orgânicos, que podem ser utilizados
a) apenas por organismos consumidores no processo de respiração celular, sendo o carbono devolvido ao ambiente na forma de CO2.
b) apenas por organismos clorofilados no processo de respiração celular, a partir do qual o carbono não é devolvido ao ambiente.
c) apenas por organismos anaeróbicos no processo de fermentação, sendo o carbono devolvido ao ambiente na forma de CO2.
d) por organismos clorofilados e por animais no processo de respiração celular, a partir do qual o carbono não é devolvido ao ambiente.
e) por organismos clorofilados, por animais e por decompositores, sendo o carbono devolvido ao ambiente na forma de CO2.
Gab: E

02 – (UFU MG/2013)   A fotossíntese das plantas pode ser dividida em quatro etapas: absorção de luz, transporte de elétrons, produção de ATP e fixação de carbono.
Sobre essas etapas da fotossíntese, marque, para as afirmativas abaixo, (V) Verdadeira, (F) Falsa ou (SO) Sem Opção.

  1. A fotossíntese tem início com a absorção de energia luminosa por moléculas de clorofila presentes na membrana tilacoide do cloroplasto.
  2. Os elétrons da clorofila, ao serem excitados pela luz, saem da clorofila e são capturados por uma substância aceptora de elétrons (aceptor Q), que os transfere para outro aceptor e assim por diante, estabelecendo-se uma cadeia transportadora de elétrons.
  3. A energia que os elétrons liberam, ao passarem pelas cadeias transportadoras, bombeia íons H+ do estroma do cloroplasto para o lúmen do tilacoide, produzindo ATP.
  4. O NADPH e o ATP produzidos nas etapas iniciais da fotossíntese fornecem, respectivamente, energia e hidrogênios, para a produção de glicídios a partir do gás carbônico, exclusivamente na presença de luz solar.
Gab: VVVF

03 – (UNIUBE MG/2013)   A figura abaixo ilustra o processo conhecido como “fase escura” da fotossíntese, também conhecido como Ciclo de Calvin. Analise-a e, juntamente com os conhecimentos sobre o assunto, assinale a alternativa que contenha todas as afirmações CORRETAS.
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Fonte: LINHARES, Sérgio & GEWANDSZNAJDER, Fernando.
Biologia Hoje. v. I. 2000. São Paulo: Ed. Ática, p. 182.
I. A realização da “fase escura” da fotossíntese independe totalmente das reações da “fase clara” da fotossíntese.
II. A cada rodada do Ciclo de Calvin, 3 moléculas de CO2 se unem entre si para formar um composto de 3 carbonos que irá gerar glicose.
III.   A molécula de 6 carbonos formada na primeira reação do Ciclo de Calvin será quebrada em 2 moléculas de 3 carbonos cada uma, para dar prosseguimento ao ciclo.
IV. Pode-se dizer que, para formar uma molécula de glicose, o Ciclo de Calvin deve “rodar” duas vezes, cada uma delas utilizando 3 moléculas de CO2.
Estão CORRETAS as afirmações contidas em:
a) I e II, apenas
b) I e IV, apenas
c) II e III, apenas
d) III e IV, apenas
e) II, III e IV, apenas
Gab: D

04 – (PUC RJ/2013)   A fotossíntese é um processo complexo que ocorre em duas fases: fase luminosa e Ciclo de Calvin.
Sobre as duas etapas da fotossíntese, foram feitas as seguintes afirmativas:
I. Na fase luminosa, ocorre a conversão da energia solar em energia química.
II. Na fase luminosa, ocorre liberação de oxigênio, produção de NADPH e consumo de ATP.
III.   No Ciclo de Calvin, o CO2 atmosférico é incorporado em moléculas orgânicas do cloroplasto.
IV. O Ciclo de Calvin necessita indiretamente da luz, pois a produção de açúcar depende do ATP e NADPH produzidos na fase luminosa.
Estão corretas:
a) Somente I, II e III.
b) Somente II, III e IV.
c) Somente I, III e IV.
d) Somente I, II e IV.
e) Todas as afirmativas.
Gab: C

05 – (ACAFE SC/2012)   A vida na Terra depende, em última análise, da energia proveniente do sol. A fotossíntese é o único processo de importância biológica que pode aproveitar essa energia, sendo responsável pela produção de grande parte dos recursos genéticos do planeta.
Sobre o tema é correto afirmar, exceto:
a) As reações dependentes de luz ocorrem na membrana dos tilacóides e as reações independentes de luz ocorrem no estroma do cloroplasto, sendo também fundamental a presença de luz para que seja mantido um pH alcalino e ocorra a ativação da enzima Rubisco na etapa de carboxilação da fotossíntese.
b) Plantas C3 e C4 não diferem nas etapas da fotossíntese, mas apresentam especificidades em relação aos fatores limitantes água, nutrientes e luz.
c) O ATP e o NADPH2 produzidos na fase dependente de luz são utilizados na fase independente de luz, no Ciclo de Calvin, para a síntese de carboidrato a partir do CO2.
d) Na fase dependente de luz a água é oxidada, com a liberação de gás oxigênio para o meio e os prótons e elétrons de hidrogênio contribuem para o potencial eletroquímico que irá operar na formação de ATP e NADPH2.
Gab: B

06 – (UEFS BA/2012)   O esquema ilustra, de forma simplificada, as etapas do processo de fotossíntese presente nas células vegetais.
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AMABIS, José Mariano & MARTHO, Gilberto.
Biologia: Suplemento de revisão. Moderna Plus. São Paulo: Moderna, 2009, p. 15.
Com base na análise da ilustração e nos conhecimentos atuais a respeito dos processos bioenergéticos, é correto afirmar:
a) A fotofosforilação é uma reação dependente da enzima ATPsintase presente nas estruturas membranosas dos tilacoides, que favorece uma intensa produção de moléculas de ATP.
b) O ATP, NADPH e O2 são os produtos da etapa fotoquímica que serão utilizados como reagentes para a ocorrência da etapa química ou enzimática.
c) A etapa fotoquímica é responsável na conversão da energia luminosa em energia química, ao produzir moléculas orgânicas de glicose.
d) A etapa fotoquímica da fotossíntese ocorre exclusivamente durante a exposição da planta à luz solar, enquanto a etapa química ocorre preferencialmente durante a noite.
e) A etapa química se caracteriza pela oxidação completa da molécula de glicose até a formação das moléculas de dióxido de carbono.
Gab: A

07 – (UFT/2012)   O conceito de sequestro de carbono abrange mecanismos de absorção e transformação do gás carbônico atmosférico, através da fotossíntese, em estoques de carbono na biomassa terrestre. Nesse processo, as reações responsáveis pela fixação do carbono durante a fotossíntese ocorrem:
a) Na fase de Fotofosforilação.
b) Durante a fotólise da água.
c) No ciclo das pentoses.
d) Durante as reações de Hill.
e) Nos complexos de antena.

Gab: C

08 – (UNESP SP/2011)   Em comemoração aos cinco séculos do descobrimento do País, em 21 de setembro de 2000 foi inaugurado no Horto Florestal da cidade de São Paulo o Arboreto 500 anos. No local foram plantadas 500 mudas de 24 espécies de árvores nativas do Brasil.
Em 2008, aos 8 anos, a área possuía exemplares com altura de até 26 metros, como o mutambo e o ingá. Nesse ano, os organizadores do Arboreto 500 anos resolveram calcular o sequestro de CO2 pelas árvores plantadas. Para isso, calcularam o volume dos troncos, ramos, raízes e densidade da madeira das árvores do local.
Estimaram que, em oito anos, o Arboreto absorveu 60 toneladas de CO2.
Contudo, os pesquisadores acreditam que este número esteja subestimado, pois, ao longo dos oito anos de crescimento das árvores, o total de carbono sequestrado teria sido maior que aquele presente quando do cálculo do volume dos troncos, ramos e raízes. Outro importante fator deveria ter sido considerado.
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Arboreto 500 anos, Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal),
São Paulo. (www.abjica.org.br)
Que processo fisiológico permitiu às árvores o acúmulo de 60 toneladas de carbono e que fator deveria ter sido considerado no cômputo do total de carbono sequestrado pelas árvores do Arboreto ao longo dos oito anos? Justifique suas respostas.
Gabarito:
O processo fisiológico que permitiu às árvores a absorção de 60 toneladas de gás carbônico (CO2) ao longo desses oito anos foi a fotossíntese. O principal fator que deveria ter sido considerado no cômputo do total de carbono sequestrado pelas árvores é a respiração celular. Devemos considerar, ainda, que ao longo desse período houve a produção de flores, frutos e sementes, somada à queda de ramos e folhas, que certamente também eram dotados da matéria orgânica produzida pela fotossíntese. Tais estruturas foram perdidas, portanto não puderam ser consideradas.

TEXTO: 1 – Comum à questão: 9
Toda vez que expiramos, damos partida no automóvel, acendemos uma lâmpada, ou fazemos qualquer coisa, lançamos dióxido de carbono na atmosfera. O carvão, o petróleo e o gás natural que movimentam a economia dos países industrializados contêm todos eles carbono incorporado a plantas há centenas de milhões de anos, e esse carbono agora está voltando à atmosfera através das chaminés, dos canos de escapamento e das queimadas. O CO2 é o principal, dentre os diversos gases gerados por atividade humana, que aumenta a capacidade da atmosfera em reter calor. O metano emitido por rebanhos de gado e aterros sanitários, assim como os clorofluorcarbonos, CFCs, usados em alguns modelos de geladeira e aparelho de ar condicionado, são outros desses gases.
Por ano, a humanidade despeja na atmosfera cerca de 9 bilhões de toneladas de carbono. Desse total, 88% vêm da queima de combustíveis fósseis e da fabricação de cimento. O resto é de reflorestamento. No entanto, menos da metade dessa emissão bruta permanece na atmosfera e contribui para o aquecimento do Planeta. A estação de pesquisa na floresta Harvard, no estado de Massachusetts, não é o único local em que a natureza está respirando fundo. Pois são as florestas, os campos e os oceanos que funcionam como sorvedouros de carbono. Eles reabsorvem metade de CO2 que emitimos, freando o seu acúmulo na atmosfera e adiando os efeitos no clima. (APPENZELLER, 2011, p. 44-47 – APPENZELLER, Tim. O ciclo da vida. National Geographic, Edição Especial, out. 2011).
09 – (Unifacs BA/2013)   A incorporação de carbono pelas plantas ocorreu no passado remoto e ainda ocorre por um processo
01. bioenergético em que moléculas de CO2 são quebradas e as de O2 liberadas para a atmosfera.
02. fotoquímico que converte energia luminosa em energia química, contida nos carboidratos.
03. respiratório, realizado nas mitocôndrias que atuam como sorvedouros de carbono.
04. anaeróbico, dependente de enzimas que catalisam a fermentação de açúcares.
05. quimiossintético, transformador de glicose em oxigênio e moléculas de ATP.
Gab: 02



Fonte: https://www.todamateria.com.br/fotossintese/
https://blogdoenem.com.br/biologia-enem-revise-a-fase-escura-ciclo-de-calvin-da-fotossintese-post-3/




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