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Gimnospermas

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As gimnospermas são plantas mais recentes. Estima-se que há cerca de 365 milhões de anos elas já cobriam boa parte do planeta, em áreas de florestas que persistem até hoje. São plantas que possuem vasos condutores e podem chegar ter vários metros de altura. São as primeiras plantas a possuem sementes, porém, diferente das angiospermas, não possuem frutos. Daí vem seu nome, pois gimnosperma significa semente nua. Veja uma vídeo aula e um slide logo a baixo e depois continue com a leitura.

O grupo das gimnospermas reúne espécies que estão entre as mais aptas a viver em ambiente terrestre. Essas plantas apresentam portes muito maiores do que as representantes do grupo das pteridófitas. As gimnospermas predominam em biomas como a Taiga e a Mata de Araucárias.
As gimnospermas são plantas encontradas principalmente na América do Norte e na Eurásia (Europa + Ásia), em regiões de clima frio ou temperado. A sequoia é uma gimnosperma característica dos Estados Unidos, e pode chegar a 100 metros de altura. Elas também podem ser encontradas em locais de grandes altitudes. A araucária é um tipo muito comum desse grupo vegetal encontrada no Brasil, principalmente nas regiões de clima temperado da Mata Atlântica.

Folhas em forma de agulha

Algumas gimnospermas, como o pinheiro, apresentam folhas em forma de agulha.
Essa folha com superfície reduzida diminui a perda de água por evaporação, uma característica dessas plantas que lhes possibilita viver em ambientes com escassez de água.

Estrutura

Assim como as pteridófitas, apresentam vasos condutores, raiz, caule e folhas. Nessas plantas, também surge uma nova e importante característica que não estava presente nas briófitas e nas pteridófitas: a presença de sementes.  Para você saber mais sobre outros grupos de plantas veja aqui no site uma aula completa sobre o Reino Plantae.
estrutura gimnospermas
O nome gimnosperma (do grego gymnos = nu; sperma = semente) significa “semente nua”, isto é, sementes que não são protegidas por um fruto.

Reprodução

A semente é uma estrutura reprodutiva que apresenta um envoltório dentro do qual o embrião está protegido.
Além da proteção, outra função da semente é fornecer alimento ao embrião, que pode se nutrir com as reservas do tecido que o recobre. Desse modo, as sementes podem germinar longe da planta que lhes deu origem, fazendo com que a dispersão dessas plantas seja mais eficiente do que a das briófitas e das pteridófitas.
Gimnospermas - características, reprodução, exemplos - resumo
Diferentemente das briófitas e das pteridófitas, as gimnospermas não dependem da água para que ocorra a fecundação. O gameta masculino, presente nos grãos de pólen, é transportado até o gameta feminino pelo vento (raramente isso também é feito por insetos ou aves). Esse processo de transporte do grão de pólen da estrutura reprodutora masculina até a estrutura reprodutora feminina é chamado polinização.
Os órgãos reprodutores das gimnospermas são os estróbilos também conhecidos como conesExistem estróbilos masculinos e femininos.
Quando os grãos de pólen, provenientes do cone masculino, chegam ao cone feminino, podem germinar, originando o tubo polínico. Esse tubo conduz o gameta masculino ao encontro do gameta feminino dentro do óvulo que se chama oosfera. Dessa forma, ocorre a fecundação, que dará origem ao embrião. Ao redor do embrião, desenvolve-se um tecido nutritivo que fica protegido por um envoltório, formando a semente. Se essa semente cair no solo e encontrar condições apropriadas, o embrião poderá se desenvolver e, então, formar uma nova planta.

Coníferas

As coníferas receberam este nome por apresentarem cones, apesar dessa característica aparecer em todas as gimnospermas. As coníferas reúnem o maior número de espécies entre as gimnospermas. Nesse grupo, em geral, os cones masculinos e cones femininos encontram-se em plantas separadas.
As espécies de coníferas de maior tamanho são conhecidas como sequoias. Outras coníferas bem conhecidas são os ciprestes e as araucárias.
As coníferas são, atualmente, as plantas arbóreas mais antigas do planeta. Na Califórnia (EUA), vive uma conífera com mais de 4600 anos de idade, apelidada de Matusalém.
As coníferas mais conhecidas no Brasil são os pinheiros do gênero Pinus. Eles podem atingir 50 m de altura. Esse gênero é nativo do hemisfério norte e apresenta grande importância econômica. Sua madeira é utilizada na fabricação de lápis, de caixotes e de alguns tipos de papel, como o papelão. As espécies menores são muito utilizadas no comércio como árvores de Natal.
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Como é possível estimar a idade de uma árvore?

Se você respondeu que basta saber a data em que foi plantada, é claro que está certo. No entanto, saber a idade de uma árvore que não vimos nascer fica mais complicado. Há alguns métodos usados, mas nenhum deles, ainda, é capaz de indicar a idade exata de uma árvore, apesar de darem boas estimativas.
Um desses métodos é o de contagem dos chamados anéis de crescimento anual. No entanto, contar os anéis também não é uma estimativa exata, pois sua formação pode variar de acordo com fatores ambientais, como períodos de chuvas ou de secas prolongados.

Resumo da aula Gimnospermas – características, reprodução, exemplos – resumo

  • As principais novidades evolutivas que permitiram a conquista efetiva do ambiente terrestre
  • As principais estruturas presentes
  • As principais etapas dos ciclos reprodutivos
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https://planetabiologia.com/gimnospermas-caracteristicas-reproducao-exemplos-resumo/


Angiospermas

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As angiospermas são as plantas mais evoluídas e complexas que vivem atualmente na Terra. Estes vegetais produzem raízes, caules e folhas, órgãos da vida vegetativa. Na época da reprodução, produzem flores, frutos e sementes.

As angiospermas (do grego aggeion, vaso, e sperma, semente) compartilham uma série de características com as gimnospermas. Dentre elas, destacam-se a reprodução por flores (fanerógamas) e a produção de sementes (espermatófitas). A flor das angiospermas é bem diferente da flor das gimnospermas e caracteriza-se por ser mais aparente e com estrutura complexa. No entanto, a grande novidade evolutiva e exclusiva das angiospermas é a presença de um fruto envolvendo a semente.

A maior parte das espécies de plantas superiores enquadra-se na divisão das angiospermas, que engloba uma imensa diversidade de formas vegetais, desde árvores de grande porte, como os baobás e eucaliptos, até as ervas mais comuns nos campos e no solo das matas. Algumas espécies, como as orquídeas, ostentam flores soberbas, enquanto outras, como os cereais, as hortaliças, os tubérculos e as árvores frutíferas, são básicas para a alimentação humana.
Angiospermas

Características gerais

As angiospermas constituem uma das duas grandes divisões em que se repartem as plantas superiores (com flores e sementes) e se denominam fanerógamas; a outra divisão é a das gimnospermas, cujas sementes estão contidas numa escama e não em ovário. Essas árvores, como os abetos e ciprestes, são pouco comuns no Brasil.

A flor: A flor das angiospermas corresponde a uma estrutura formada por vários elementos cujo objetivo é a reprodução da espécie.Em geral, ao observar uma flor, identificam-se os seguintes componentes: pedúnculo, receptáculo, cálice, corola, androceu e gineceu.

A forma e a vistosa aparência das flores variam enormemente de uma espécie a outra. As plantas anemófilas, apresentam flores simples, sem perianto (corola e cálice) vistoso, e sementes providas de asas. As plantas que praticam a polinização entomófila, têm flores vistosas, muitas de grande beleza, como as orquídeas, rosas e dálias, acompanhadas às vezes dos chamados nectários, órgãos produtores de essências que as dotam de delicados aromas.

Angiospermas
ReproduçãoAs angiospermas, assim como outros grupos vegetais, caracterizam-se por um ciclo de vida com alternância de gerações: a geração diploide, o esporófito, reproduz-se por meio de esporos, e a geração haploide, o gametófito, reproduz-se por meios de gametas.

Nas fanerógamas, a alternância de gerações é pouco evidente, já que o gameta surge na flor do esporófito. O gametófito é muito reduzido e tem uma duração muito curta quando comparada ao esporófito. Apresenta-se como uma estrutura sem pigmentação verde, cuja nutrição é garantida pelo esporófito, sobre o qual se desenvolve.

Já nas briófitas e nas pteridófitas, o gametófito é uma estrutura independente e fotossinteticamente ativa.


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Fecundação: A fecundação depende inicialmente da transferência dos grãos de pólen desde as anteras até a abertura superior dos carpelos. Esse processo denomina-se polinização e depende de um meio de transporte para os grãos de pólen. Quando o meio utilizado for o vento, a polinização denomina-se anemofilia. Quando o agente polinizador for um inseto, entomofilia, e quando for uma ave, ornitofilia, dentre outros.

Assim como as gimnospermas, as angiospermas também são denominadas sifonógamas pela participação do tubo polínico no encontro dos gametas masculinos e femininos. Para que a fecundação ocorra, o tubo polínico libera as duas células espermáticas, esse processo é denominado dupla fecundação e é característico das angiospermas.


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A semente e o fruto: A partir da dupla fecundação, tem início uma série de modificações que culmina na formação da semente e do fruto.

O conjunto formado pelo embrião, pelo endosperma e pelo tegumento corresponde à semente. A semente é derivada da fusão dos gametas masculinos e femininos e também de tecidos do óvulo. Portanto, contém tanto células do novo como do antigo esporófito. Logo após a formação, a semente entra num estado de metabolismo reduzido denominado dormência.

A semente é uma estrutura temporária que protege o embrião contra a falta de água e a ação de predadores, além de aumentar as chances de dispersão.

Paralelamente à formação da semente, as paredes do ovário iniciam um processo de crescimento que origina o fruto, que é o próprio ovário desenvolvido, também denominado pericarpo. O fruto é formado pelas seguintes partes: epicarpo (casca), mesocarpo (polpa) e endocarpo (polpa em contato com a semente).

Quando a semente é liberada da planta e atinge o solo em condições favoráveis ao seu desenvolvimento, ela sai da dormência, germina e constitui uma plântula que originará uma nova planta.

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Sistemática

As angiospermas são representadas por uma única divisão: Anthophyta. Apesar disso, correspondem ao grupo mais diversificado de todas as plantas, com aproximadamente 250 mil espécies, que distribuem-se por todo o mundo e ocupam os habitats mais distintos, do Ártico aos trópicos, passando por matas, desertos, estepes, montanhas, ilhas, águas continentais e oceânicas.

Sua importância econômica é fundamental, já que as angiospermas incluem a maioria das espécies arbóreas utilizadas pelo homem, todas as plantas hortícolas, as ervas produtoras de essências, especiarias e extratos medicinais, as flores, os cereais e uma grande quantidade de espécies das quais são obtidos numerosos produtos de interesse industrial.

As angiospermas subdividem-se em dois grupos: dicotiledôneas e monocotiledôneas. As primeiras se caracterizam por apresentarem um embrião com dois cotilédones ou folículos.
Nas dicotiledôneas desenvolvidas, o caule experimenta crescimento em grossura, existe uma raiz principal, da qual partem ramificações secundárias, e a nervação das folhas apresenta-se também ramificada, a partir de uma via central.

Por sua vez, as monocotiledôneas, como seu nome indica, têm um único cotilédone no embrião. Nos espécimes desenvolvidos não existe crescimento em grossura (crescimento experimentado contudo, mas de modo diferente do que ocorre nas dicotiledôneas, por algumas espécies que têm porte arbóreo), as raízes se apresentam em feixes da mesma extensão e grossura e as folhas estão sulcadas por nervuras paralelas.

A origem das angiospermas parece residir em algumas ordens de gimnospermas arcaicas, como as das cicadales e cordaitales. Seus representantes mais antigos procedem do período jurássico, na era mesozoica.


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Dicotiledôneas:

As dicotiledôneas formam o grupo mais numeroso das angiospermas, no qual se destacam, pelo interesse das plantas que as integram, as seguintes ordens: fagales, salicales, urticales, magnoliales, ranunculales, papaverales, cariofilales, capparales, cactales, cucurbitales, rosales, fabales, mirtales, cornales, ramnales, scrofulariales, lamiales e asterales.

A ordem das fagales inclui espécies arbóreas de notável desenvolvimento, em especial nas regiões temperadas. Algumas, como a faia e o castanheiro, são típicas de zonas climáticas frias e úmidas; outras, em contrapartida, vegetam em zonas bem mais secas, como acontece com o carvalho e o sobreiro.

Na ordem das salicales encontram-se árvores caracterizadas por uma ampla área de dispersão e nítida preferência por terrenos úmidos, como o chorão e o choupo.
A ordem das urticales é composta tanto por árvores, como a amoreira, a figueira e o olmo, quanto por espécies de crescimento herbáceo, entre as quais a urtiga e o lúpulo.

A ordem das magnoliales reúne espécies arbóreas ou arbustivas que constituem a base morfológica a partir da qual se desenvolveram as demais angiospermas. Acham-se entre elas a magnólia, a canela e o boldo.

Na ordem das ranunculales destacam-se algumas espécies herbáceas conhecidas pelos princípios tóxicos que contêm, como o ranúnculo, o acônito e o heléboro, e espécies floríferas de pequeno porte como a anêmona e o delfínio ou esporinhas.

São também herbáceas muitas das integrantes da ordem das papaverales, como as papoulas silvestres, fornecedoras de matéria-prima para a extração do ópio e seus derivados. Na mesma ordem há árvores como o pau-d’alho, arbustos que fornecem condimentos, como a alcaparra, e espécies ornamentais odoríferas, como o resedá.

Na ordem das cariofilales agrupam-se muitas espécies herbáceas que também têm interesse do ponto de vista ornamental, como o cravo, ou alimentício, como a acelga, o espinafre e a beterraba.

Importantes para a alimentação humana são ainda certas espécies da ordem das capparales, como a couve, o rabanete, o nabo e a mostarda.

As cactales congregam a importante família dos cactos, plantas adaptadas aos climas desérticos e que acumulam água em seus tecidos. Já na ordem das cucurbitales estão contidas importantes espécies hortícolas, como a abóbora, o melão, a melancia e o pepino.
Da ordem das rosales fazem parte as roseiras, o morangueiro e as árvores frutíferas de ocorrência mais comum nas regiões temperadas, como a macieira, a pereira, a cerejeira, o marmeleiro, o pessegueiro e o damasqueiro. A ordem das fabales, identificada antes com a das rosales, pelas afinidades que as ligam, é composta por espécies como o trevo e a alfafa, além de outras destinadas à alimentação humana, como o feijão, a ervilha, a fava, o grão-de-bico e o alcaçuz.

Entre as mirtales incluem-se os eucaliptos, grandes árvores nativas da Austrália que se dispersaram por todo o mundo graças à rapidez com que crescem, facilitando assim a extração de madeira. Na ordem das ramnales, cabe mencionar, por sua importância para o homem, a videira, planta de que foram obtidas inúmeras variedades e de cujos frutos fermentados se obtém o vinho.

A ordem das scrofulariales compreende a família das solanáceas, na qual há várias espécies alimentícias, como a batata, o tomate, a berinjela, e outras de grande importância econômica, como o fumo, ou medicinal, como a beladona e o meimendro.

Entre as lamiales há plantas herbáceas de ampla área de dispersão, como a digital ou dedaleira, da qual se extrai um princípio ativo muito tóxico, usado no tratamento de doenças cardíacas. Na mesma ordem estão ainda agrupadas plantas aromáticas como a menta, a sálvia, o tomilho e o orégano.

A ordem das asterales conta por sua vez com a grande família das compostas, integrada por espécies como o cardo, a artemísia, a margarida, o crisântemo, a calêndula e o girassol.


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Monocotiledôneas:

No grupo das monocotiledôneas, é menor o número de ordens, convindo mencionar entre elas, pelo interesse das espécies que englobam, as seguintes: liliales, iridales, orquidales, bromeliales, poales e arecales.

A primeira delas inclui plantas aquáticas, como os juncos, e plantas bulbosas, quer comestíveis como o alho e a cebola, quer ornamentais pela beleza das flores, como a açucena, o narciso e a tulipa. Na ordem das iridales há igualmente diversas plantas ornamentais, como o gladíolo e a íris.

Entre as orquidales ressalta a família das orquídeas, nativas em sua maioria dos trópicos e apreciadas pela beleza invulgar de suas flores. Algumas espécies, como a baunilha americana, assumiram grande importância econômica.

Também a ordem das poales inclui espécies de importância fundamental para o homem: as da família das gramíneas, entre as quais se destacam os cereais mais comuns na alimentação.


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Bibliografia

MARCZWSKI, Maurício, Ciências Biológicas volume 2 / Maurício Marczwski, Eduardo Vélez – São Paulo: FTP, 1999 – (Coleção Ciências Biológicas).
BARSA, Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda, 1999.
SANTOS, Judite Maria Velásquez, Biologia: 1ª série ensino médio / Judite Maria Velásquez Santos, Paulo Marcos Lopes, Sônia Mozelli. – Belo Horizonte: Editora Universidade, 2003. – (Coleção Pitágoras).

Fonte: https://www.coladaweb.com/biologia/botanica/angiospermas





Fotossíntese

A fotossíntese é um processo fotoquímico que consiste na produção de energia através da luz solar e fixação de carbono proveniente da atmosfera.
Ela pode ser resumida como o processo de transformação da energia luminosa em energia química. O termo fotossíntese tem como significado síntese pela luz.
As plantas, algas, cianobactérias e algumas bactérias realizam fotossíntese e são denominados seres clorofilados, isso porque apresentam um pigmento essencial para o processo, a clorofila.
A fotossíntese é o processo básico de transformação de energia na biosfera. Ela sustenta a base da cadeia alimentar, em que a alimentação de substâncias orgânicas proporcionadas pelas plantas verdes produzirá o alimento para os seres heterótrofos.
Assim, a fotossíntese tem sua importância baseada em três principais fatores:
  • Promove a captura do CO2 atmosférico;
  • Realiza a renovação do O2 atmosférico;
  • Conduz o fluxo de matéria e energia nos ecossistemas.

Processo de fotossíntese




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Representação do processo de fotossíntese

A fotossíntese é um processo que ocorre no interior da célula vegetal, a partir do CO2(dióxido de carbono) e H2O (água), como forma de produzir glicose.
Em resumo, podemos esclarecer o processo de fotossíntese da seguinte forma:
A H2O e o COsão as substâncias necessárias para realização da fotossíntese. As moléculas de clorofila absorvem a luz solar e quebram a H2O, liberando O2 e hidrogênio. O hidrogênio une-se ao CO2 e forma a glicose.
Esse processo resulta na equação geral da fotossíntese, a qual representa uma reação de oxidação-redução. A H2O doa elétrons, como o hidrogênio, para a reduzir o CO2 até formar os carboidratos na forma de glicose (C6H12O6):
começar estilo tamanho matemático 20px 12 espaço reto H com 2 subscrito reto O espaço mais espaço 6 espaço CO com 2 subscrito espaço seta para a direita com Luz sobrescrito espaço espaço 6 espaço reto O com 2 subscrito espaço mais espaço reto C com 6 subscrito reto H com 12 subscrito reto O com 6 subscrito espaço mais 6 espaço reto H com 2 subscrito reto O fim do estilo



Fotossíntese
A clorofila é pigmento responsável pela coloração verde dos vegetais

A fotossíntese ocorre nos cloroplastos, uma organela presente apenas nas células vegetais, e onde é encontrado o pigmento clorofila, responsável pela cor verde dos vegetais.
Os pigmentos podem ser definidos como qualquer tipo de substância capaz de absorver luz. A clorofila é o pigmento mais importante dos vegetais para a absorção da energia dos fótons durante a fotossíntese. Outros pigmentos também participam do processo, como os carotenoides e as ficobilinas.
A luz solar absorvida apresenta duas funções básicas no processo de fotossíntese:
  • Impulsionar a transferência de elétrons através de compostos que doam e aceitam elétrons.
  • Gerar um gradiente de prótons necessário para síntese da ATP (Adenosina Trifosfato - energia).
Porém, o processo fotossintético é mais detalhado e ocorre em duas etapas, como veremos a seguir.
Etapas

A fotossíntese é dividida em duas etapas: a fase clara e a fase escura.


Fase clara
A fase clara, fotoquímica ou luminosa, como o próprio nome define, são reações que ocorrem apenas na presença de luz e acontecem nas lamelas dos tilacoides do cloroplasto.
A absorção de luz solar e a transferência de elétrons ocorre através dos fotossistemas, que são conjuntos de proteínas, pigmentos e transportadores de elétrons, os quais formam uma estrutura nas membranas dos tilacoides do cloroplasto.
Existem dois tipos de fotossistemas, cada um com cerca de 300 moléculas de clorofila:
  • Fotossistema I: Contém um centro de reação P700 e absorve preferencialmente a luz de comprimento de onda de 700 nm.
  • Fotossistema II: Contém um centro de reação P680 e absorve a luz preferencialmente de comprimento de onda em 680 nm.
Os dois fotossistemas estão ligados por uma cadeia transportadora de elétrons e atuam de forma independente, mas complementar.
Dois processos importantes acontecem nessa fase: a fotofosforilação e a fotólise da água.



Fotossistemas
Os fotossistemas são responsáveis pela absorção de luz e transporte de elétrons para a produção de energia

Fotofosforilação

A fotofosforilação é basicamente a adição de um P (fósforo) ao ADP (Adenosina difosfato), resultando na formação de ATP.
No momento em que um fóton de luz é capturado pelas moléculas antenas dos fotossistemas, a sua energia é transferida para os centros de reação, onde é encontrada a clorofila. Quando o fóton atinge a clorofila, ela torna-se energizada e libera elétrons que passaram por diferentes aceptores e formaram, juntamente com H2O, o ATP e NADPH.
A fotofosforilação pode ser de dois tipos:
  • Fotofosforilação acíclica: Os elétrons que foram liberam pela clorofila não retornam para ela e sim para a do outro fotossistema. Produz ATP e NADPH.
  • Fotofosforilação cíclica: Os elétrons retornam para a mesma clorofila que os liberou. Forma apenas ATP.

Fotólise da água

A fotólise da água consiste na quebra da molécula de água pela energia da luz do Sol. Os elétrons liberados no processo são usados para substituir os elétrons perdidos pela clorofila no fotossistema II e para produzir o oxigênio que respiramos.
A equação geral da fotólise ou reação de Hill é descrita da seguinte forma:
começar estilo tamanho matemático 20px 2 espaço reto H com 2 subscrito reto O espaço espaço espaço seta para a direita com Luz sobrescrito espaço espaço reto O com 2 subscrito espaço mais espaço 4 à potência de mais espaço mais espaço 4 reto e à potência de menos fim do estilo
Assim, a molécula de água é a doadora final de elétrons. O ATP e NADPH formados serão aproveitados para a síntese de carboidratos, a partir de CO2. Porém, isso acontecerá na etapa seguinte, a fase escura.

Fase escura

A fase escura, ciclo das pentoses ou ciclo de Calvin pode ocorrer na ausência e presença de luz e acontece no estroma do cloroplasto. Durante essa fase, a glicose será formada a partir de CO2. Assim, enquanto a fase luminosa fornece energia, na fase escura acontece a fixação do carbono.
No início do ciclo de Calvin, seis moléculas de gás carbônico (CO2) se ligam a seis diferentes moléculas de um composto de cinco carbonos chamado de ribulose difosfato ou ribulose bifosfato (RuBP), que irá funcionar como uma espécie de “suporte” para o transporte do carbono proveniente do gás carbônico no estroma do cloroplasto.
Essa ligação é proporcionada por uma enzima chamada de RuBisCo (ribulose bifosfato carboxilase). A partir dessa ligação, desencadeia-se um ciclo de várias reações químicas em que diversos compostos intermediários de carbono são formados.
A energia necessária para a realização dessas ligações químicas que formam estas cadeias carbônicas intermediárias vem da fase clara da fotossíntese (um total de 12 ATPs que fornecerão energia e 12 NADPHque irão fornecer os elétrons). Da união de um carbono com cada molécula de RuBP, irá ser formado um composto de seis carbonos.
Estas moléculas de seis carbonos logo são quebradas, formando compostos com apenas três carbonos e um grupamento fosfato (PGA). Os PGAs serão fosforilados e reduzidos através da utilização de 12 moléculas de ATP, formando compostos de 3 carbonos e dois grupamentos fosfato – o PGAL.
Dez dessas moléculas de PGAL serão “desfosforiladas” (perderão seus grupamentos fosfatos), reconstituindo as RuBP para o ciclo e formando 6 ATPs. As duas moléculas PGAL restantes serão utilizadas para a produção de uma molécula de glicose.
Veja o Esquema demonstrando as transformações do carbono ao longo do ciclo de Calvin (fase escura da fotossíntese).
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A glicose formada poderá ser oxidada e utilizada como fonte de energia na respiração celular, pode acumular-se na forma de amido ou ainda transformada em celulose que será incorporada à paredes celulares.

Confira um resumo de como ocorre o ciclo de Calvin:
1. Fixação do Carbono
  • A cada volta do ciclo, uma molécula de CO2 é adicionada. Porém, são necessárias seis voltas completas para produzir duas moléculas de gliceraldeído 3-fosfato e uma molécula de glicose.
  • Seis moléculas de ribulose difosfato (RuDP), com cinco carbonos, unem-se a seis moléculas de CO2, produzindo 12 moléculas de ácido fosfoglicérico (PGA), com três carbonos.
2. Produção de compostos orgânicos
  • As 12 moléculas de ácido fosfoglicérico (PGAL) são reduzidas a 12 moléculas de aldeído fosfoglicérico.
3. Regeneração da ribulose difosfato
  • Das 12 moléculas de aldeído fosfoglicérico, 10 combinam-se entre si e formam 6 moléculas de RuDP.
  • As duas moléculas de aldeído fosfoglicérico que sobraram servem para dar início a síntese de amido e outros componentes celulares.
A glicose produzida ao final da fotossíntese é quebrada e a energia liberada permite a realização do metabolismo celular. O processo de quebra da glicose é a respiração celular.
Quimiossíntese
Ao contrário da fotossíntese que necessita de luz para ocorrer, a quimiossíntese acontece na ausência de luz. Ela consiste na produção de matéria orgânica a partir de substâncias minerais.
É um processo realizado apenas por bactérias autotróficas para obtenção de energia.

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Aula Gratuita

Antes de fazer os Exercícios  complete sua revisão com esta videoaula do canal “Biologia”, do Youtube:

Exercícios

Agora que você já sabe tudo sobre a fase escura da fotossíntese, que tal testar os seus conhecimentos?
01 – (PUC SP/2013)   Nos ecossistemas, o carbono é incorporado por organismos fotossintetizantes para a síntese de compostos orgânicos, que podem ser utilizados
a) apenas por organismos consumidores no processo de respiração celular, sendo o carbono devolvido ao ambiente na forma de CO2.
b) apenas por organismos clorofilados no processo de respiração celular, a partir do qual o carbono não é devolvido ao ambiente.
c) apenas por organismos anaeróbicos no processo de fermentação, sendo o carbono devolvido ao ambiente na forma de CO2.
d) por organismos clorofilados e por animais no processo de respiração celular, a partir do qual o carbono não é devolvido ao ambiente.
e) por organismos clorofilados, por animais e por decompositores, sendo o carbono devolvido ao ambiente na forma de CO2.
Gab: E

02 – (UFU MG/2013)   A fotossíntese das plantas pode ser dividida em quatro etapas: absorção de luz, transporte de elétrons, produção de ATP e fixação de carbono.
Sobre essas etapas da fotossíntese, marque, para as afirmativas abaixo, (V) Verdadeira, (F) Falsa ou (SO) Sem Opção.

  1. A fotossíntese tem início com a absorção de energia luminosa por moléculas de clorofila presentes na membrana tilacoide do cloroplasto.
  2. Os elétrons da clorofila, ao serem excitados pela luz, saem da clorofila e são capturados por uma substância aceptora de elétrons (aceptor Q), que os transfere para outro aceptor e assim por diante, estabelecendo-se uma cadeia transportadora de elétrons.
  3. A energia que os elétrons liberam, ao passarem pelas cadeias transportadoras, bombeia íons H+ do estroma do cloroplasto para o lúmen do tilacoide, produzindo ATP.
  4. O NADPH e o ATP produzidos nas etapas iniciais da fotossíntese fornecem, respectivamente, energia e hidrogênios, para a produção de glicídios a partir do gás carbônico, exclusivamente na presença de luz solar.
Gab: VVVF

03 – (UNIUBE MG/2013)   A figura abaixo ilustra o processo conhecido como “fase escura” da fotossíntese, também conhecido como Ciclo de Calvin. Analise-a e, juntamente com os conhecimentos sobre o assunto, assinale a alternativa que contenha todas as afirmações CORRETAS.
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Fonte: LINHARES, Sérgio & GEWANDSZNAJDER, Fernando.
Biologia Hoje. v. I. 2000. São Paulo: Ed. Ática, p. 182.
I. A realização da “fase escura” da fotossíntese independe totalmente das reações da “fase clara” da fotossíntese.
II. A cada rodada do Ciclo de Calvin, 3 moléculas de CO2 se unem entre si para formar um composto de 3 carbonos que irá gerar glicose.
III.   A molécula de 6 carbonos formada na primeira reação do Ciclo de Calvin será quebrada em 2 moléculas de 3 carbonos cada uma, para dar prosseguimento ao ciclo.
IV. Pode-se dizer que, para formar uma molécula de glicose, o Ciclo de Calvin deve “rodar” duas vezes, cada uma delas utilizando 3 moléculas de CO2.
Estão CORRETAS as afirmações contidas em:
a) I e II, apenas
b) I e IV, apenas
c) II e III, apenas
d) III e IV, apenas
e) II, III e IV, apenas
Gab: D

04 – (PUC RJ/2013)   A fotossíntese é um processo complexo que ocorre em duas fases: fase luminosa e Ciclo de Calvin.
Sobre as duas etapas da fotossíntese, foram feitas as seguintes afirmativas:
I. Na fase luminosa, ocorre a conversão da energia solar em energia química.
II. Na fase luminosa, ocorre liberação de oxigênio, produção de NADPH e consumo de ATP.
III.   No Ciclo de Calvin, o CO2 atmosférico é incorporado em moléculas orgânicas do cloroplasto.
IV. O Ciclo de Calvin necessita indiretamente da luz, pois a produção de açúcar depende do ATP e NADPH produzidos na fase luminosa.
Estão corretas:
a) Somente I, II e III.
b) Somente II, III e IV.
c) Somente I, III e IV.
d) Somente I, II e IV.
e) Todas as afirmativas.
Gab: C

05 – (ACAFE SC/2012)   A vida na Terra depende, em última análise, da energia proveniente do sol. A fotossíntese é o único processo de importância biológica que pode aproveitar essa energia, sendo responsável pela produção de grande parte dos recursos genéticos do planeta.
Sobre o tema é correto afirmar, exceto:
a) As reações dependentes de luz ocorrem na membrana dos tilacóides e as reações independentes de luz ocorrem no estroma do cloroplasto, sendo também fundamental a presença de luz para que seja mantido um pH alcalino e ocorra a ativação da enzima Rubisco na etapa de carboxilação da fotossíntese.
b) Plantas C3 e C4 não diferem nas etapas da fotossíntese, mas apresentam especificidades em relação aos fatores limitantes água, nutrientes e luz.
c) O ATP e o NADPH2 produzidos na fase dependente de luz são utilizados na fase independente de luz, no Ciclo de Calvin, para a síntese de carboidrato a partir do CO2.
d) Na fase dependente de luz a água é oxidada, com a liberação de gás oxigênio para o meio e os prótons e elétrons de hidrogênio contribuem para o potencial eletroquímico que irá operar na formação de ATP e NADPH2.
Gab: B

06 – (UEFS BA/2012)   O esquema ilustra, de forma simplificada, as etapas do processo de fotossíntese presente nas células vegetais.
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AMABIS, José Mariano & MARTHO, Gilberto.
Biologia: Suplemento de revisão. Moderna Plus. São Paulo: Moderna, 2009, p. 15.
Com base na análise da ilustração e nos conhecimentos atuais a respeito dos processos bioenergéticos, é correto afirmar:
a) A fotofosforilação é uma reação dependente da enzima ATPsintase presente nas estruturas membranosas dos tilacoides, que favorece uma intensa produção de moléculas de ATP.
b) O ATP, NADPH e O2 são os produtos da etapa fotoquímica que serão utilizados como reagentes para a ocorrência da etapa química ou enzimática.
c) A etapa fotoquímica é responsável na conversão da energia luminosa em energia química, ao produzir moléculas orgânicas de glicose.
d) A etapa fotoquímica da fotossíntese ocorre exclusivamente durante a exposição da planta à luz solar, enquanto a etapa química ocorre preferencialmente durante a noite.
e) A etapa química se caracteriza pela oxidação completa da molécula de glicose até a formação das moléculas de dióxido de carbono.
Gab: A

07 – (UFT/2012)   O conceito de sequestro de carbono abrange mecanismos de absorção e transformação do gás carbônico atmosférico, através da fotossíntese, em estoques de carbono na biomassa terrestre. Nesse processo, as reações responsáveis pela fixação do carbono durante a fotossíntese ocorrem:
a) Na fase de Fotofosforilação.
b) Durante a fotólise da água.
c) No ciclo das pentoses.
d) Durante as reações de Hill.
e) Nos complexos de antena.

Gab: C

08 – (UNESP SP/2011)   Em comemoração aos cinco séculos do descobrimento do País, em 21 de setembro de 2000 foi inaugurado no Horto Florestal da cidade de São Paulo o Arboreto 500 anos. No local foram plantadas 500 mudas de 24 espécies de árvores nativas do Brasil.
Em 2008, aos 8 anos, a área possuía exemplares com altura de até 26 metros, como o mutambo e o ingá. Nesse ano, os organizadores do Arboreto 500 anos resolveram calcular o sequestro de CO2 pelas árvores plantadas. Para isso, calcularam o volume dos troncos, ramos, raízes e densidade da madeira das árvores do local.
Estimaram que, em oito anos, o Arboreto absorveu 60 toneladas de CO2.
Contudo, os pesquisadores acreditam que este número esteja subestimado, pois, ao longo dos oito anos de crescimento das árvores, o total de carbono sequestrado teria sido maior que aquele presente quando do cálculo do volume dos troncos, ramos e raízes. Outro importante fator deveria ter sido considerado.
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Arboreto 500 anos, Parque Estadual Alberto Löfgren (Horto Florestal),
São Paulo. (www.abjica.org.br)
Que processo fisiológico permitiu às árvores o acúmulo de 60 toneladas de carbono e que fator deveria ter sido considerado no cômputo do total de carbono sequestrado pelas árvores do Arboreto ao longo dos oito anos? Justifique suas respostas.
Gabarito:
O processo fisiológico que permitiu às árvores a absorção de 60 toneladas de gás carbônico (CO2) ao longo desses oito anos foi a fotossíntese. O principal fator que deveria ter sido considerado no cômputo do total de carbono sequestrado pelas árvores é a respiração celular. Devemos considerar, ainda, que ao longo desse período houve a produção de flores, frutos e sementes, somada à queda de ramos e folhas, que certamente também eram dotados da matéria orgânica produzida pela fotossíntese. Tais estruturas foram perdidas, portanto não puderam ser consideradas.

TEXTO: 1 – Comum à questão: 9
Toda vez que expiramos, damos partida no automóvel, acendemos uma lâmpada, ou fazemos qualquer coisa, lançamos dióxido de carbono na atmosfera. O carvão, o petróleo e o gás natural que movimentam a economia dos países industrializados contêm todos eles carbono incorporado a plantas há centenas de milhões de anos, e esse carbono agora está voltando à atmosfera através das chaminés, dos canos de escapamento e das queimadas. O CO2 é o principal, dentre os diversos gases gerados por atividade humana, que aumenta a capacidade da atmosfera em reter calor. O metano emitido por rebanhos de gado e aterros sanitários, assim como os clorofluorcarbonos, CFCs, usados em alguns modelos de geladeira e aparelho de ar condicionado, são outros desses gases.
Por ano, a humanidade despeja na atmosfera cerca de 9 bilhões de toneladas de carbono. Desse total, 88% vêm da queima de combustíveis fósseis e da fabricação de cimento. O resto é de reflorestamento. No entanto, menos da metade dessa emissão bruta permanece na atmosfera e contribui para o aquecimento do Planeta. A estação de pesquisa na floresta Harvard, no estado de Massachusetts, não é o único local em que a natureza está respirando fundo. Pois são as florestas, os campos e os oceanos que funcionam como sorvedouros de carbono. Eles reabsorvem metade de CO2 que emitimos, freando o seu acúmulo na atmosfera e adiando os efeitos no clima. (APPENZELLER, 2011, p. 44-47 – APPENZELLER, Tim. O ciclo da vida. National Geographic, Edição Especial, out. 2011).
09 – (Unifacs BA/2013)   A incorporação de carbono pelas plantas ocorreu no passado remoto e ainda ocorre por um processo
01. bioenergético em que moléculas de CO2 são quebradas e as de O2 liberadas para a atmosfera.
02. fotoquímico que converte energia luminosa em energia química, contida nos carboidratos.
03. respiratório, realizado nas mitocôndrias que atuam como sorvedouros de carbono.
04. anaeróbico, dependente de enzimas que catalisam a fermentação de açúcares.
05. quimiossintético, transformador de glicose em oxigênio e moléculas de ATP.
Gab: 02



Fonte: https://www.todamateria.com.br/fotossintese/
https://blogdoenem.com.br/biologia-enem-revise-a-fase-escura-ciclo-de-calvin-da-fotossintese-post-3/




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