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Hidrosfera

hidrosfera corresponde a toda a água que tem relação com a Terra, independente do seu estado físico – líquido, sólido ou gasoso. A maneira mais visível é o oceano, que ocupa cerca de 70% da superfície terrestre.

Apesar disso, lembre-se de que a água não ocupa a maior parte do planeta, porque na parte interna, temos muito material rochoso (mesmo que se comprove a existência de um oceano subterrâneo, que estimam ser maior do que três oceanos juntos).
De todo modo, as águas superficiais são fundamentais para a existência de vida na Terra. No entanto, quando se fala de existência de vida em outro planeta, uma das primeiras coisas a ser investigada é a existência de água, pode observar.
Porém, não adianta nada ficarmos falando sobre a hidrosfera sem ver como ela funciona na prática, ou seja, temos que falar sobre o Ciclo Hidrológico.
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O ciclo hidrológico é o responsável por manter a água “ativa” na Terra, ou seja, ela está sempre em movimentação, mas cabe ressaltar. A água NÃO SAI DO PLANETA, na verdade, não sai nem da troposfera.
O maior volume de água está em forma de oceano, com águas salgadas. Estas, na verdade, são 98% do total das águas, ficando apenas 2% de água doce. Desses 2%, a maior parte está congelada nos polos ou no alto das montanhas e uma parte está bastante poluída.

OCEANOS

Os oceanos são responsáveis pela maior aglomeração de água. Como já falei anteriormente, ocupa cerca de 70% da superfície terrestre e é composto por água salgada.
Para os especialistas, o oceano é um só, numa formação contínua, mas para um entendimento geral, foi dividido em 5 oceanos diferentes (mas também afirmam que são apenas os três principais):
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  • Oceano Pacífico – é o maior e mais profundo oceano. Banha a América, Oceania e Ásia. Dizemos que de pacífico, só tem o nome, pois é extremamente “movimentado” geologicamente, com várias ocorrências de maremotos e surgimento de vulcões. É nele que encontramos o chamado Círculo de Fogo.
  • Oceano Atlântico – é o mais movimentado economicamente, banhando a América, Europa e África, é bem estável geologicamente.
  • Oceano Índico – costuma ser o oceano do reflexo, pois acaba recebendo a maior parte dos maremotos que ocorrem no Pacífico. Banha a Oceania, África e Ásia.
  • Oceano Ártico – é a porção mais ao norte do planeta, quase que isolado.
  • Oceano Antártico – ocupa a parte mais ao sul, sendo bastante “aberto”, não conseguindo ter uma definição de seus limites.
Os oceanos são responsáveis diretos por mudanças climáticas também, no seu aquecimento ou resfriamento (El niño e La niña). Além disso, são responsáveis por fluxos de animais, que pegam carona com as correntes marinhas, que são os “rios” que existem nos oceanos, graças ao movimento de rotação da Terra.
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Essas correntes são responsáveis por formações de alguns desertos, por exemplo, já que não apresentam muita umidade. Dentro desse movimento, podemos observar que as correntes que passam pelos polos são frias, enquanto as que passam pelo Equador são quentes.
Então, curtiu o conteúdo? Tudo compreendido? Caso não, dê uma olhadinha na videoaula e depois teste seus conhecimentos nos exercícios logo abaixo, ok? Bons estudos!
Videoaula


Exercícios

1 – (Enem) O sol participa do ciclo da água, pois além de aquecer a superfície da Terra dando origem aos ventos, provoca a evaporação da água dos rios, lagos e mares. O vapor da água, ao se resfriar, condensa-se em minúsculas gotinhas, que se agrupam formando as nuvens, neblinas ou névoas úmidas. As nuvens podem ser levadas pelos ventos de uma região para outra. Com a condensação e, em seguida, a chuva, a água volta à superfície da Terra, caindo sobre o solo, rios, lagos e mares. Parte dessa água evapora retornando à atmosfera, outra parte escoa superficialmente ou infiltra-se no solo, indo alimentar rios e lagos. Esse processo é chamado de ciclo da água.
Considere, então, as seguintes afirmativas:
I. a evaporação é maior nos continentes, uma vez que o aquecimento ali é maior do que nos oceanos.
II. a vegetação participa do ciclo hidrológico por meio da transpiração.
III. o ciclo hidrológico condiciona processos que ocorrem na litosfera, na atmosfera e na biosfera.
IV. a energia gravitacional movimenta a água dentro do seu ciclo.
V. o ciclo hidrológico é passível de sofrer interferência humana, podendo apresentar desequilíbrios.
a) somente a afirmativa III está correta.
b) somente as afirmativas III e IV estão corretas
c) somente as afirmativas I, II e V estão corretas.
d) somente as afirmativas II, III, IV e V estão corretas.
e) todas as afirmativas estão corretas.
2 – (Fesp-PE) Todos os seres vivos participam de alguma forma e constantemente do ciclo da água na natureza porque consomem água do meio e liberam depois em decorrência de suas atividades vitais. Assinale:
a) Se a afirmação e a razão estiverem corretas.
b) Se a afirmação estiver correta e a razão estiver errada.
c) Se a afirmação estiver errada e a razão estiver correta.
d) Se a afirmação e a razão estiverem erradas.
e) Se a afirmação e a razão estiverem corretas, mas a razão não justificar a afirmação.
3 – A circulação dos oceanos tem uma influência direta sobre a vida na Terra. Sem os oceanos, extensas áreas do nosso planeta seriam excessivamente quentes ou frias.
Assim, para melhor compreender o sistema climático do planeta, devemos estudar a circulação oceânica, analisando os efeitos simultâneos da distribuição da temperatura em toda a superfície do globo terrestre conjuntamente com a distribuição dos ventos marítimos.
No início, os navios foram os únicos meios de transporte usados para estudar as correntes oceânicas. Seu levantamento limitava-se a alguns meses de observações quase sempre regionais. Com o uso dos satélites foi possível desenvolver novas e mais completas e preciosas técnicas de observação da circulação global das correntes marítimas a partir do espaço, por intermédio do estudo topográfico da superfície marítima. […].
MOURÃO, R. R. F. Os Oceanos e o Clima. Revista ECO-21, ed. 41. Disponível em: <http://www.eco21.com.br>. Acesso em: 22/11/2013.
A importância e influência dos oceanos sobre os climas devem-se à:
I. capacidade de transportar o calor das zonas equatoriais e tropicais para os polos, ajudando a reduzir as diferenças térmicas entre as diferentes regiões do planeta;
II. manutenção das baixas temperaturas durante todo o ano nas regiões costeiras em função da ação de suas águas gélidas sobre o litoral;
III. habilidade em conter a amplitude térmica nas regiões litorâneas em razão do aumento da umidade do ar por eles proporcionada.
Está(ão) correta(s) a(s) alternativa(s):
a) I
b) II
c) I e II
d) I e III
e) II e III

GABARITO

1 – D
2 – A
3 – D


Os textos e exemplos acima foram produzidos pelo professor Leandro, formado em Geografa pela Udesc. Leandro é professor de Geografia em escolas da Rede Particular de Ensino da Grande Florianópolis.

Fonte:https://blogdoenem.com.br/hidrosfera-revisao-de-geografia-enem/








Forças da Terra

Um estudo sobre terremotos e vulcanismos. Abrange todas as manifestações de atividades internas da Terra.  A distribuição mundial dos vulcões, as causas de terremotos, ondas sísmicas, as principais catástrofes, um apanhado geral desses fenômenos.
          
O vulcanismo decorre da alta temperatura e pressão das rochas, culmina com a efusão de material fundido, o magma, rocha fluida e repleta de gases. A ascensão do magma poderá se dar de maneira explosiva ou passiva. O magma derrama-se pela superfície, preenchendo vales e formando vastas planícies; isto é muito freqüente no Havaí, e o magma pode atingir até 50 km de extensão. O magma pode atingir a superfície através de fendas – ocasião em que em geral derrama-se pacificamente, estendendo-se a centenas de quilômetros – ou através de orifícios, como ocorre com a maioria dos vulcões atualmente em atividade.

Os produtos sob forma líquida ou fluida são representados pelas lavas provenientes de grandes profundidades que atingem a superfície com temperaturas entre 600 e 1200ºC, mais altas nas básicas. A viscosidade das lavas depende não só composição química mas também da quantidade de gases que vai influir na velocidade da corrida de lavas, que é maior em terrenos cuja topografia apresenta maior declividade.
           
A pedra-pomes resulta do magma rico em gases que sofre um rápido resfriamento e uma brusca descompressão pela perda de gases; é uma rocha muito leve e porosa, cheia de pequenos orifícios.
           
Atualmente todos os vulcões em atividade possuem o aspecto mais ou menos perfeito de uma montanha cônica cuja altitude varia de algumas dezenas de metros até aproximadamente 7.500 m.
           
 Um vulcão em erupção produz matéria nos três estados físicos: gasoso, sólido e líquido.
           
Os gases, inclusive vapor d’água, são exalados a expensas de condições físico-químicas do vulcão, tais como temperatura, pressão, composição da lava, estado de senilidade das atividades etc.
           
A matéria líquida é representada pelas lavas, cujo comportamento após o derrame decorre principalmente da composição química e, como conseqüência, da viscosidade e quantidade de gases.
           
Os sólidos são fragmentos originados das rochas encaixantes que formam o cone vulcânico e geralmente são lançados durante as explosões vulcânicas ou do próprio magma semi-solidificado ou consolidado.
           
As atividades vulcânicas no interior do mar passam em geral despercebidas porque nem sempre atingem a superfície ou por serem rapidamente destruídas pelas ondas.
           
A principal área vulcânica constitui os “assoalhos” do oceano, com espessura entre 2.000 e 6.000m. Capas de sedimentos marinhos alternam-se com derrames de lavas, e os cones vulcânicos atingem grandes altitudes. As ilhas oceânicas são exemplos de tais erupções. Em torno da Califórnia, onde o Oceano Pacífico foi explorado completamente, pode ser constatado um vulcão submarino, de cerca de 1.000 m de altura para cada 40 km de superfície. Sobre o globo, considerado como um todo, há provavelmente mais de dez mil vulcões. A área mais importante é a marginal entre o continente e o oceano, mais precisamente o cinturão do fogo que rodeia o Pacífico e a porção que se estende das Antilhas da Indonésia através do Mediterrâneo. No interior do continente, alguns enormes maciços vulcânicos marcam uma série de linhas de fraturas desde o Líbano até o Mar Vermelho, na África Oriental, e outras no centro da África e da Ásia. O vulcanismo é acentuado também ao longo de cinturões ou cadeias de montanhas dobradas, como os Andes, Antártica e Indonésia. Assim vê-se que os vulcões se distribuem nas áreas tectonicamente instáveis da crosta, onde ocorrem terremotos e falhamentos, estando a eles associados os limites das placas.
           
Um terremoto é uma vibração da superfície da terra produzida por forças naturais situadas no interior da crosta a profundidades variáveis. Os terremotos de grande intensidade são produzidos pela ruptura de grandes massas de rocha situadas a profundidades que vão desde 50 até 900 km. O local abaixo da crosta onde o terremoto é produzido chama-se foco, e o ponto sobre a superfície, vertical ao foco, é o epicentro.
           
Os terremotos estão concentrados em faixas ao redor da Terra, distribuídos nas mesmas regiões onde ocorrem vulcanismos, particularmente no círculo do Pacífico, cadeias montanhosas dos Alpes, Himalaia, cadeias oceânicas e África.
          
A energia liberada por ocasião da ruptura de blocos no interior da crosta é transmitida a partir do foco, através de movimento de ondas, por todas as rochas.
           
As ondas são recebidas e registradas nos sismógrafos que se encontra em contato com outras estações, possibilitando a determinação da intensidade, foco, etc. A intensidade dos terremotos é medida na escala Richter, a qual distribui as magnitudes em logaritmos de 1 a 10 e está relacionada à quantidade de energia liberada. A escala de Mercalli é usada em situações em que a insuficiência de sismógrafos não permite um estudo mais analítico das determinações.
           
Como você pode observar a Terra é um organismo vivo, ela está em constante transformação. A litosfera está em contínuo movimento. E o homem é hospede e prisioneiro da natureza. Dependendo do grau e intensidade desses fatores citados, nós não estamos preparados e nunca estaremos, e ainda pode haver muitas catástrofes em torno de todo o planeta.

Máquinas Térmicas - 7ºAno

 A invenção que mudou os rumos da sociedade As máquinas térmicas foram essenciais para ampliar a produção de diversos materiais que anterior...